A PROVA INDIRETA COMO INSTRUMENTALIZAÇÃO DA ISONOMIA DE GÊNERO

Autores

  • RAQUEL COSTA DA SILVA Ministério Público do Trabalho

Resumo

Este artigo tem como objetivo identificar novos meios de validação das provas em hard cases- casos de difícil elucidação, especialmente no que tange à violência de gênero, como garantia da perspectiva contemporânea do postulado da igualdade. Em uma sociedade patriarcal como a brasileira, a obra alerta para a necessidade de releituras do princípio e a aplicação de teorias inovadoras no ordenamento e na jurisprudência pátrios, como a teoria da constelação das provas e a da verossimilhança preponderante, que ampliam o arcabouço probatório em crimes às obscuras, além da análise das lides sob a lente do Protocolo de Julgamento com Perspectiva de Gênero.

Biografia do Autor

RAQUEL COSTA DA SILVA, Ministério Público do Trabalho

Bacharel em Direito pela Estácio, técnica e assessora jurídica de Procurador do Trabalho no Ministério Público do Trabalho. E-mail: raquel.csilva@mpt.mp.br

Publicado

2025-10-28

Como Citar

COSTA DA SILVA, R. (2025). A PROVA INDIRETA COMO INSTRUMENTALIZAÇÃO DA ISONOMIA DE GÊNERO. REVISTA JURÍDICA - DIREITO, JUSTIÇA, FRATERNIDADE & SOCIEDADE, 1(5), 234–245. Recuperado de https://www.revista.sentencadozero.com/index.php/rjsdz/article/view/373