PROMOÇÃO POR MERECIMENTO, QUINTO CONSTITUCIONAL E PARIDADE DE GÊNERO NA MAGISTRATURA: UMA PERSPECTIVA CRÍTICA

Authors

  • Maria Eduarda Figueiredo Gonçalves Bivar Tribunal Regional Federal da 5ª Região

Abstract

O presente artigo investiga o regramento normativo do acesso e da promoção às instâncias recursais no Brasil, com ênfase na promoção por merecimento, disciplinada no art. 93, II, da Constituição Federal; na regra do quinto constitucional, prevista no art. 94 da Carta Magna; e na política de paridade de gênero, instituída pela Resolução n.º 525/2023 do Conselho Nacional de Justiça. O trabalho contextualiza o papel do CNJ — criado pela Emenda Constitucional n.º 45/2004 — como instância de controle e regulamentação do Poder Judiciário, e propõe uma análise crítica da atualidade e suficiência de cada diretriz, questionando se o quinto constitucional ainda corresponde às exigências de pluralismo institucional e se a política de gênero alcança de forma satisfatória as instâncias superiores do Judiciário, onde a sub-representação feminina é mais aguda.

Author Biography

Maria Eduarda Figueiredo Gonçalves Bivar, Tribunal Regional Federal da 5ª Região

Bacharela em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco e especialista em Direito Público pela Universidade Estácio de Sá. Servidora Pública Federal do Tribunal Regional Federal da 5.ª Região.

Published

2026-04-29

How to Cite

Figueiredo Gonçalves Bivar, M. E. (2026). PROMOÇÃO POR MERECIMENTO, QUINTO CONSTITUCIONAL E PARIDADE DE GÊNERO NA MAGISTRATURA: UMA PERSPECTIVA CRÍTICA. REVISTA JURÍDICA - DIREITO, JUSTIÇA, FRATERNIDADE & SOCIEDADE, 1(EE3), 93–106. Retrieved from https://www.revista.sentencadozero.com/index.php/rjsdz/article/view/470